
Eu, que já vi folhas desprendendo-se das árvores,
de seu lar, de seu refúgio,
alçando um longo e delicioso vôo de reencontro com a terra.
Eu, que já esperei ansiosamente dar 11:00
só pra ver uma minúscula e frágil dama
vir tomar banho de sol.
Já plantei alecrim, só pra sentir aquele
aroma maravilhoso enquanto via o sol
se esconder de meus olhos pra encostar na minha alma.
Eu, que levanto a cabeça quando o céu baixa os olhos
e derrama suas lágrimas sobre tudo que há sobre a terra.
Eu que modelo nuvens com os olhos,
que deformo o chão aos meus pés,
que tudo sinto, que tudo guardo...
que construo e destruo tudo em mim,
já nem sei mais...
mal sei de mim.
mas continuo observando.
de seu lar, de seu refúgio,
alçando um longo e delicioso vôo de reencontro com a terra.
Eu, que já esperei ansiosamente dar 11:00
só pra ver uma minúscula e frágil dama
vir tomar banho de sol.
Já plantei alecrim, só pra sentir aquele
aroma maravilhoso enquanto via o sol
se esconder de meus olhos pra encostar na minha alma.
Eu, que levanto a cabeça quando o céu baixa os olhos
e derrama suas lágrimas sobre tudo que há sobre a terra.
Eu que modelo nuvens com os olhos,
que deformo o chão aos meus pés,
que tudo sinto, que tudo guardo...
que construo e destruo tudo em mim,
já nem sei mais...
mal sei de mim.
mas continuo observando.
Ouvindo: Weak And Powerless - A Perfect Circle
Observar ...
ResponderExcluirHum ...
Será que, quando a borboleta sai do casulo ela sabe o que realmente se tornou?
Eu também sei muito pouco, mas, continuo observando.
ResponderExcluirMuito bom texto, querida.
BJOS