Livro: O inverno das fadas

Oi gente!
(editado)

Hoje resolvi apresentar um livro pra vocês que estou lendo: O Inverno das fadas. Não terminei ainda porque estou intrigada em como a Carolina Munhóz se voltou ao espetáculo de "histórias pro cinema". 

Primeiro, vou explicar que comprei o livro após uma indicação na última novela das 9 da rede Globo (Amor à vida),  da personagem Natasha. Pesquisei, amei a capa e o fato de falar sobre fadas. Eu amo esses seres, aliás, eu amo tudo o que tenha correspondência com a Natureza.

Sophia Coldheart não é uma fada comum. Ela é uma Leanan Sídhe, uma espécie de fada que serve de musa para humanos talentosos alcançarem o sucesso. Uma fada-amante. Mas isso tem um preço. Ao mesmo tempo em que os leva ao estrelato, se alimenta de suas energias, levando-os à loucura. E à morte. Uma vida intensa e extraordinária com um fim trágico.

Mas o que aconteceria se um humano resistisse à sua sedução e fizesse a própria Sophia sentir-se fascinada por ele? A autora Carolina Munhóz nos conta essa história com primazia, mostrando que o mundo da fantasia para jovens ainda pode render sucessos e obras que vão muito além do simples passar de tempo.
  
O que preciso ressaltar agora é que um livro não se faz apenas com uma boa história, ela precisa ser bem contada. As descrições de sensações, lugares e sentimentos da autora não me deixaram fascinada. É como você ver uma banda Cover de alguém, pois ela só demonstra o que aprendeu ao ler seus livros favoritos e se torna um Cover de seus autores prediletos.


 

Não vou desmerecer seu trabalho, a história ainda me intriga por falar das fadas, mas isso não deveria bastar pra mim, como não deveria bastar para a autora uma linguagem juvenil, que tenta atingir o público adulto. Acredito que ela tenha feito uma boa pesquisa sobre as Leanan Sídhe e toda essa cultura que vamos buscar na Irlanda, por ser mais evidente e ainda forte nos dias atuais.



Enfim,eu acredito no talento dela, o livro não é ruim. Só acredito que ela precise aprender a nos guiar pela história através de suas próprias intenções, sem a necessidade de tentar corresponder sua história para uma trilogia cinematográfica futura.

Só para ter uma ideia, ela intitula cada capítulo em inglês, com a tradução em fonte menor logo embaixo, e não faço ideia do porque. Aqui é o Brasil, ao se publicar cópias no exterior todo o livro será traduzido para o idioma correspondente, e se um gringo tentar ler o livro, no Brasil, de que adianta ele só entender os títulos dos capítulos? Me responde Carolina, porque?

Se eu quiser o estilo de Tolkien ou Stephenie Meyer procurarei livros deles. Busquei um estilo e ainda não encontrei na Carolina, talvez ela ainda vá descobrí-lo. Quando eu terminar de ler eu aviso se minha opinião mudou!

Vocês já passaram por uma decepção com algum livro? Talvez, por alimentar expectativas demais?

:**
ótimo final de semana!

Frase de efeito: Guerra mundial Z

Oi gente!

ontem não consegui trazer a frase de efeito que apresento toda terça, mas hoje trouxe pra vocês uma do filme Guerra Mundial Z. Eu nem sei porque não falei desse filme maravilhoso aqui ainda, aliás, até achei que já tinha superrecomendado ele. É MUITO bom.



O problema é que as pessoas só acreditam quando acontece. Não é estupidez, nem fraqueza. É a natureza humana.

O interessante aqui é o valor dessa frase pro filme, e a veracidade dessa informação. É nossa natureza ver pra crer. Infelizmente, só vamos nos preocupar com o futuro da qualidade de vida no nosso planeta, quando não tiver mais jeito, ou quando já estivermos na beira do abismo.

Você também é assim, só vendo para acreditar?

:*
ótima quarta!

Labradores!

Oi gente!

Vim aqui expressar minha paixão por cães, e minha raça preferida é a dos Labradores!

Eu já tive uma Dobermann com Rottweiler, chamava-se Trovoada (nome que minha mãe deu a ela, pelo barulho que ela fazia quando latia, desde bebê). Mas, há anos tenho nutrido a vontade de ter meu labrador, não por causa do livro/filme Marley e eu, pois nem sei quando comecei a amar essa raça linda.

Aliás, Marley e eu é apenas uma amostra da quantidade de felicidade que um animal de estimação pode nos dar, principalmente quando se torna um sentimento mútuo entre o dono e o bicho.

Não tenho nenhum animal de estimação hoje. Já tive alguns cachorros, peixe, e periquitos. E você, tem ou já teve algum?



Uma ótima semana para nós!
:*

Amor, caridade, sexualidade...

Podem até dizer que esse é o pior Big Brother Brasil da história. Eu não sei dizer pois é o segundo que assisto (só vi o primeiro, por curiosidade, e esse por falta de opção). 

O cantor Elton John e marido David Furnish são pais do Zachary Furnish-John, e do Elijah.

Enfim, uma discussão foi deixada em aberto ontem pela equipe que produz o programa, e eu, claro, fiquei fascinada pelo tema: filhos de casal gay, "viram" gay? A maioria das pessoas lá da casa, como eu, crê que nada disso influencie, principalmente porque sexualidade cada um já nasce com, não "vira" ou "opta por".

Neil Patrick Harris e o marido David Burtka com os filhos Harper Grace e Gideon Scott.

E como Pedro Bial disse, tem tanto casal hetero que sonha em ter um filho e não consegue (muitos têm preconceito com a a adoção), existem casais que buscam um dos atos de amor mais lindos que existem, que é a adoção, e são os homossexuais que mais praticam esse ato.

Pesquisando pais famosos gays, com filhos,  encontrei esses aí em cima, além de Ricky Martin entre outros, achei essa matéria de 2012 da revista Superinteressante, que peço que leia quem tiver interesse.

Pesquisando também encontrei o trabalho de uma fotógrafa chamada Alix Smith, cuja série de fotos denominou de States of Union – retratos tradicionais de família, onde ela demonstra que um casal gay forma uma família igual a outra cujo casal é hetero. (Fonte: Hypeness.)




 A série completa vocês podem ver AQUI

Não sou gay, sou hetero, mas o que eu busquei aqui foi trazer à luz o que realmente importa nessa vida: ser feliz. E ser feliz implica em fazer pessoas felizes. Quem é um bom Cristão deveria saber disso, e agir com mais amor e caridade do que com um discurso pré-moldado sobre o tema, onde nem faz disso um leme em sua vida.

Fiquem com Deus!
Ótimo final de semana!
:*


Quinta da ressaca :P

Aaaaa eu não aguento mais a música do Psirico, Márcio Vitor, ou seja lá quem escreveu!

O carnaval de vocês foi bom?
O meu foi do meu jeito. Longe de confusão!

Eu ia viajar, acabou ficando pra outra ocasião...um dia irei ao carnaval de Oh Linda! (Olinda-PE), e desbravarei aquela terra maravilhosa cheia de gente bonita e lugar deslumbrante pra conhecer ^_^


Falemos do Oscar então?! Ainda que um pouco atrasada e defasada no assunto, adorei ver que o Mathew ganhou a estatueta de melhor ator por Clube de Compras Dallas e, junto com ele, coadjuvante o Jared Leto.

Claro que todos os outros também desempenharam papéis incríveis, dos quais, poucos eu já consegui constatar, mas mesmo assim achei muito justo ele ganhar. 

Melhor atriz me surpreendeu a Cate Blanchett com o filme Blue Jasmine, mas esse ainda não vi, só que com tantas estatuetas para Gravidade, eu achei que Sandra Bullock levaria a melhor nessa, mas tudo bem.


Bom, uma ótima quinta para todos!
:*


Dica de filme pro final de semana!


Oi gente!

o carnaval chegou, e pra quem não curte a festa ou não pode ir curtir que tal um filme?

Eu trouxe uma dica de filme pra vocês e o nome do indicado é: Clube de Compras Dallas. Não permitam que criança alguma assista, tem cenas e vocabulário explícito.
 
No entanto, é uma obra de arte esse filme, também baseado em fatos reais. O Matthew combina muito com esses papéis de homem “pegador”, safado. Porém, aqui ele nos ensina uma lição de vida, de quebra de paradigmas, desfazendo-se de preconceitos e crenças dos quais ele estava acostumado a viver.

Achei lindo, num todo. Até você adentrar o universo da história e a luta contra a AIDS não só do personagem central, mas de pessoas que buscam salvar-se dos males provocados por uma atitude imprudente, e do mal que o próprio governo faz quando só quer se basear no capitalismo ainda que pra salvar vidas, ou melhorar a qualidade de vida desses enfermos.



Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México.

Ótimo feriadão!
:*